SEM PÃO E MUITO CIRCO!

A cada dia as rotinas de trabalho nas dependências do BRB tem se tornado mais difíceis. De assédio moral até a falta de fornecimento de pão para empregados e terceirizados. O que parece ser motivo de piada para uns é desespero para outros.

Quando observamos a falta de pão, vemos uma atitude mesquinha do Banco que patrocina a maior torcida de futebol do mundo e, por isso, o discurso de valorização dos funcionários cai por terra.

O clima organizacional no BRB está tão tenso que o recebimento de premiações não é suficiente para amenizar o cansaço extenuante ao qual os funcionários estão sendo submetidos. Todo esse marketing do banco tem servido apenas como uma cortina que esconde uma realidade de adoecimento, assédio moral, deterioração do ambiente de trabalho entre tantas outras situações degradantes.

Até quando continuaremos sendo tratados como se fôssemos máquinas ou atores de uma ficta felicidade promovida pelo banco?

Nas cenas criadas pelo BRB, é perceptível que a felicidade estampada nos rostos dos empregados esconde um cansaço e stress que a cada dia estão maiores. A sobrecarga e extensa jornada de trabalho tem afastado os trabalhadores do convívio familiar, o que tem custado muito caro para cada colega do Banco.

Esses são alguns dos sofrimentos dos bancários do BRB em meio a atual gestão.

Publicado por Enfrente

A Frente Nacional de Resistência e Ação Sindical Bancária (EnFrente), defende os princípios de um sindicalismo democrático, classista, autônomo, de massas e de luta. Queremos radicalizar a democracia e buscar uma forma horizontal de construção de lutas, pautas, mobilizações e enfrentamentos aos ataques contra os direitos dos trabalhadores e trabalhadoras brasileiros.

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