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Diretoria da Contraf tenta corrigir fraude com nova medida casuística

A diretoria executiva da Contraf-CUT se reuniu nesta terça-feira dia 31 para discutir um único ponto de pauta, sem ter sido explicitada anteriormente: a regularização do pagamento, por exigência do Conselho Fiscal, de ajuda de custo a dirigentes fora da regra geral aprovada anteriormente para impedir que os diretores do chamado Grupo dos 25% (vários deles hoje no EnFrente) tivessem acesso a ajuda de custo da Confederação.

Só pra recordar, naquela época foi exigida desses dirigentes do Grupo dos 25% a imediata devolução dos telefones celulares, desocupação de mesas, armários e qualquer outro espaço, sob a ameaça de serem todos os materiais, arquivos e documentos jogados fora. Foi decidido que para esses dirigentes não haveria nenhum computador, mesa ou espaço disponível. Caso precisassem, que fosse usado o espaço do café. Até as fechaduras das portas foram trocadas.

E a regra aprovada, e desde o início descumprida, foi que fariam jus e somente aos diretores com pastas/secretarias seriam pagas a ajuda custo, aluguéis na cidade de São Paulo, concessão de linhas de telefone celular etc..

Acontece que, já no ano de 2015, o Conselho Fiscal apurou que “por fora” da regra aprovada pela própria Executiva, diversos dirigentes, que não se enquadravam na regra, recebiam.

Obviamente que isso ocorreu para garantir uma maioria fisiológica, que se formou durante o congresso eleitoral. E parece que isso deu resultados, porque de lá pra cá todas as forças, de A a Z, que compõem a Diretoria têm votado sistematicamente de forma uníssona. A única exceção são os companheiros do EnFrente, que fazem o contraponto.

Isso se repetiu na reunião desta terça-feira dia 31 com uma nova medida casuística: a maioria da Diretoria aprovou os pagamentos, inclusive os retroativos já feitos, como se nada de errado houvesse sido feito até aqui.

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