BB não é a lojinha do Andre, do Guedes ou do Bolsonaro

No Banco do Brasil, nesta segunda, dia 11 de janeiro de 2021, a Vergonha Alheia perdeu o respeito! Como pode isso?
Vamos fazer uma digressão, então, para que todos possam compreender.

A direção do BB anunciou que:

a) vai fechar centenas de agências, desassistindo municípios e clientes e debochando dos gerentes gerais que, cotidianamente, deram suas vidas e até sacrificaram suas famílias para representar um grande banco público e ajudar no desenvolvimento de uma economia local;

b) quer “torturar” psicologicamente e depois demitir 5.000 pessoas, umas 2.000 por um famigerado Plano de Adequação de Quadros (PAQ), sendo “indicadas como excedentes” sem qualquer critério; e, as demais, por desalento mesmo;

c) vai rebaixar a renda de mais de 10.000 pessoas(famílias) e f*, se alguém quiser vá pra justiça.

O desrespeito à representação sindical e à negociação coletiva é latente, assim como a falta de transparência com a sociedade e com a imprensa.
Mas, o que está por trás desse canto da sereia, que na sua “letra” prega uma oportunidade de modernização via avanço da tecnologia (disponível apenas nos centros das capitais e pra classe média), mas omite a real intenção de destruir a imagem do patrimônio público e rentabilizar seus “sócios ocultos”?
Se as pessoas não acreditarem mais que o BB é importante para o Brasil de Bolsonaro, por que mantê-lo público???
Se não houver um levante e demonstração de resistência pouco sobrará para recolher, só histórias e cicatrizes nas vidas de pessoas que construíram este patrimônio.

Publicado por Enfrente

lançamos a Frente Nacional de Resistência e Ação Sindical Bancária (EnFrente), com o objetivo de resgatar os princípios de um sindicalismo democrático, classista, autônomo, de massas e de luta. Queremos radicalizar a democracia e buscar uma outra estrutura, que vai além de uma nova corrente política dentro da Contraf e da CUT, mas uma forma horizontal de construção de lutas, pautas, mobilizações e enfrentamentos.

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