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Bancários devem fortalecer unidade para construir uma grande campanha nacional

Unidade será a marca da Campanha Nacional dos bancários em 2018. É o que defende o Comando Nacional dos Bancários, que se reuniu na tarde desta quinta-feira (26/4), em São Paulo, para dar seguimento aos debates sobre a campanha.

A ideia é construir conferências regionais e estaduais fortes, excelentes encontros específicos por bancos, para realizar uma grande Conferência Nacional, que será o ponto de partida para uma campanha vitoriosa para a categoria.

O Comando orienta que as conferências regionais devem debater a importância da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) e da manutenção dos direitos nela assegurados, a defesa das mesa única de negociação, as ações para proibir demissões em massa, a defesa dos bancos públicos, além de mostrar aos trabalhadores a necessidade de votar em candidatos comprometidos com a sua pauta.

Mobilizar a categoria

No encontro, os representantes de sindicatos e federações de todo o país debateram os problemas enfrentados pela categoria, com a implementação da reforma trabalhista e a terceirização no setor bancário. Ressaltaram também a necessidade de defender os bancos públicos, que sofrem com a política de desmonte e os planos de demissões voluntárias.

Os dirigentes discutiram também a importância do movimento sindical se unir para participar das eleições corporativas, que está sendo disputada por grupos reacionários, que estão conseguindo vencer em alguns segmentos.

O ponto central da discussão foi a necessidade de mobilizar a categoria para a campanha.

O presidente do Sindicato dos Bancários de Brasília, Eduardo Araújo, do EnFrente, defendeu na reunião que o movimento sindical bancário deve rechaçar a “proposta” do Banco do Brasil que acaba com a Cassi e com o princípio da solidariedade, ao instituir cobrança por dependente, pôr fim ao modelo de gestão compartilhada ao criar duas novas diretorias a serem ocupadas por agentes do mercado, instituir o voto de Minerva no Conselho Deliberativo e aumentar a contribuição dos trabalhadores, enquanto mantém sua parte inalterada.

Com informações da Feeb BA/SE

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